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E aí meus transantes?! Me chamo Vanessa Costa, mas conhecida como Vanne Costa. Estudante de sexologia, apaixonada pelo mundo do sexo. Exibicionista, e amo escrever contos eróticos. Preta, gorda, mulher feminista e empoderada sim!

terça-feira, 24 de março de 2020

Uma tarde que deixou marcas.

Marcamos as quatro da tarde de uma quente quinta-feira. 29 anos de muita gana, muita sede de novidades e muito orgulho de ser quem é. Vou chama-lo de Albert.
 Entrei no carro, e lá estava ele com toda a sua timidez e sem camisa. Conversamos bastante até chegarmos no motel.
 Chegamos, subimos, tirei a blusa e exibi meu lindo sutiã amarelo. Nos beijamos muito,  que boca maravilhosa. Enquanto nos beijavamos ele acariciava a minha buceta com muita vontade me deixando louca. O deitei na cama, peguei a minha bolsa tirei o lenço e amarrei suas mãos, com uma caneta comestível desenhei um coração no seu peitoral e disse: Vou fazer um coração pra gente fingir que se ama.
Rimos juntos!  Minha cara de puta safada é inegável.  Sai de casa determinada: Hoje eu quero chupar um pau até cansar. Fiz o boquete mais incrível que pude. Acho que ele curtiu. Eu também curti. Preciso dizer que ele tem uma lingua maravilhosa.
 Foi uma experiência nova, um momento novo que com certeza vai ficar na caixinha de boas transas. Um homem muito divertido e determinado, cheio de vontades que com certeza não sabe lidar com o " mesmo". Uma essência aventureira, era isso que ele me passava naquele momento, ele é do tipo que nasceu para realizar coisas grandes e vai atrás disso, admirável! Não é do tipo que se prende a nada, é do tipo que fica por que quer e faz se quiser também. 
Um homem de bons costumes,  é capaz de trair mas não aceita seu próprio ato de traição. Ele é daqueles raros, muito mais coração doque razão. Mas seu corpo, ah o corpo... Esse sim o trai o tempo inteiro,  como todo bom homem ele não resiste aos prazeres da carne. O que com certeza vale muito mais do que qualquer obra de arte francesa.
 O que eu aprendi?  Bem aprendi que o amor próprio aqui está transbordando. Não fiz sexo só com ele, fiz comigo mesma. Me admirava em cada espelho daquele quarto,  adorava me olhar enquanto o chupava, admirava a mim mesma quando deitava na cama pelo espelho do teto. Um chupão no pescoço ficou de lembrança...rs...
 Meu orgasmo foi interno, foi da alma, foi dos meus devaneios. Foi lindo! Foi incrível! Foi sensacional!

Com carinho e safadeza,
Vanne Costa. 

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